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Cristiane Lopes propõe mais visibilidade para Mercado do Peixe

Postado em 4 de dezembro de 2017 | Por : | Categorias : Notícias | Comentários desativados em Cristiane Lopes propõe mais visibilidade para Mercado do Peixe

Depois de receber diversas reclamações por parte dos vendedores de pescado do Mercado do Peixe, localizado na zona Sul da Capital. A vereadora Cristiane Lopes (PP) visitou o estabelecimento para constatar as reclamações, entre elas a falta de visibilidade do mercado que fica em uma rua sem movimento e o mato que tem tomado conta dos terrenos do entorno.

Em uma segunda visita feita nesta terça-feira (28), Cristiane Lopes voltou até o local com o sub-secretario municipal de desenvolvimento social e do turismo (Semdestur), Júlio César Siqueira para buscar alternativas junto com os vendedores para fomentar as vendas do mercado do peixe.

A ideia da vereadora foi que a prefeitura colocasse placas indicativas do mercado nas proximidades para estimular os moradores a comprarem no mercado. A alternativa foi acatada pelo sub-secretario que garantiu que até o final do mês de dezembro, essas placas já estarão instaladas. “Nós vamos providenciar as placas e elas serão colocadas até o final de dezembro. O nosso papel na Semdestur e fomentar o desenvolvimento econômico do município de Porto Velho”, ressaltou Siqueira.

Cristiane Lopes deve ainda procurar o responsável pelo código de postura do município para que a prefeitura notifique os donos dos terrenos baldios que ficam ao redor do mercado, e que esses terrenos sejam limpos o mais rápido possível. “Quero ver esse mercado com bastante movimento. Os pequenos vendedores precisam de um estímulo para melhorar as vendas, chamar os clientes e voltar a vender como vendiam antes”, reforça a vereadora.

MUDANÇA

O Mercado do Peixe foi inaugurado em 2012, para tirar os vendedores que estavam em barracas improvisadas na rua Tancredo Neves, também na zona Sul, um dos locais onde mais se vendia peixe na região. No início da mudança, de acordo com os vendedores, até que as pessoas que já eram clientes iam comprar. Depois de um tempo, o movimento foi diminuindo. Até que a maioria dos comerciantes resolveram não abrir mais os boxes.