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Independência do Brasil – 7 de setembro: Resumo do processo, quem proclamou e história

Postado em 6 de setembro de 2019 » Por : » Categorias : Notícias » Comentários desativados em Independência do Brasil – 7 de setembro: Resumo do processo, quem proclamou e história

Por: Jornalista Wilson Souza
Um dos fatos mais importantes da história do Brasil, a proclamação da Independência marca o início da autonomia política brasileira.

O presidente da Câmara Municipal de Porto Velho, vereador Edwilson Negreiros, em nome da casa de leis fala sobre a independência do Brasil e o resumo do processo que culminou com a proclamação da república.

Este ano, essa data será comemorada no próximo sábado.

Depois de mais de 300 anos sendo colônia portuguesa, a partir do dia 7 de setembro de 1822 o Brasil declara oficialmente sua autonomia em relação aos portugueses. Neste dia, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, o príncipe regente D. Pedro proclamou a Independência do Brasil.

Imagem meramente ilustrativa – Site da fonte
Contexto histórico e causas
Inúmeros fatores são responsáveis pelo processo que culminou na proclamação do Brasil, alguns com maior, e outros com menor relevância. A crise do sistema colonial tem início junto com o século XVIII, com ela, vieram também os movimentos que lutavam pela emancipação do país.
Essa luta foi inspirada em dois acontecimentos internacionais, a Independência dos Estados Unidos em 1776 e a Revolução Francesa em 1789. Enquanto as primeiras findaram as relações coloniais com a Inglaterra, a segunda libertou a França da monarquia absolutista.
Por conta dos interesses comerciais que, naquele momento estavam limitados pelo pacto colonial, a elite rural brasileira tomou frente desse movimento, que via no fim no monopólio português a chance de prosperar economicamente através do comércio com outras nações.
Ainda que alguns anos antes da consolidação da independência, em 1789 a Inconfidência Mineira foi o primeiro movimento que se destacou na luta pela liberdade colonial. Em 1798, a Conjuração Baiana foi um movimento de caráter popular que tinha o mesmo objetivo.
No século XIX as Tropas Napoleônicas estavam avançando rapidamente na conquista dos países europeus, de modo que a ameaça a Portugal era iminente. Assim, em 1807, por conta das manobras de Napoleão Bonaparte, que desejava que o país aderisse ao fechamento dos portos ao comércio com ingleses, o príncipe regente português, D. João decide partir para o Brasil.
Por conta disso, e por influência do embaixador inglês em Lisboa, a sede do governo lusitano deixa de ser Portugal, e passa a ser o Brasil, que era colônia daquele país. Em 22 de janeiro de 1808 a família real portuguesa chegou às terras brasileiras, e seis dias depois os portos brasileiros foram abertos às nações amigas.
Isso significou o fim do pacto colonial, o que, além de ser um dos primeiros passos para a independência, agradou muito as elites agrárias. Nesse sentido, outro passo importante aconteceu em 1815, quando o Brasil foi elevado ao status de Reino Unido a Portugal e Algarve.
Essa mudança demonstrou que D. João pretendia permanecer aqui, o que não foi visto com bons olhos por Portugal, uma vez que o Brasil deixaria de ser uma mera colônia e passaria a ser o centro da administração portuguesa.
No ano seguinte, em 1816, faleceu D. Maria, e mesmo em terras brasileiras, D. João foi coroado rei de Portugal, sendo aclamado D. João VI. Em 1817, outro movimento importante rumo à independência aconteceu. No Pernambuco eclodiu a Revolução Pernambucana, mais uma luta pela emancipação política.
Em 1820 aconteceu a Revolução Liberal do Porto, que tinha como finalidade a retomada da autonomia portuguesa e da colonização brasileira. Este movimento fez com que D. João voltasse para Portugal, deixando D. Pedro como príncipe regente do Brasil.
Dia da Independência
No dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro recebeu os últimos decretos de Lisboa, que o rebaixaram a um simples governador, submisso a todas as ordens da Corte. Às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, ele cortou os laços entre Brasil e Portugal, afirmando que daquele momento em diante, o lema de todos os brasileiros era “independência ou morte”.
No dia 12 de outubro de 1822 ele foi aclamado o primeiro imperador brasileiro, sob o título de D. Pedro I. Sua coroação aconteceu em 1º de dezembro daquele mesmo ano. Assim, estavam terminadas as relações coloniais entre Portugal e Brasil.
O presidente da Câmara Municipal de Porto Velho, vereador Edwilson Negreiros (PSB) diz que 7 de setembro é Força, é o dia de reflexão e avaliação sobre o quanto estamos comprometidos com o nosso país.
Pois, só com compromisso de cada cidadão podemos criar uma país independente e forte, finalizou Edwilson.
Fontes: Vereador Edwilson Negreiros/ https://escolaeducacao.com.br/independencia-do-brasil-resumo.
Imagem: Meramente ilustrativa – Google
Formatação e publicação: Gustavo Matheus.